"No seguimento dos meus posts anteriores, eu tinha planeado apresentar ainda hoje um post contendo uma tese que julgo verdadeira e, talvez, de certo modo original sobre a relação entre religiosidade e Estado de direito. Porém, em vista da reacção que os meus posts geraram, não apenas entre os comentadores, mas entre os próprios blasfemos, que decidiram fazer outros tantos posts sobre a evocação de Deus nas constituições políticas de diversos países, ou sobre a ausência dela, eu decidi adiar o assunto para outro dia.(...)
Assim, decidi apresentar outra tese: desde que conheço o Blasfémias, em nenhum dia, como hoje, ele se pareceu tanto com a igreja - e com a igreja católica."